2 11 2007
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2 11 2007




Comentário “Herramientas colaborativas. Web 2.0 en educación”

2 11 2007

É uma apresentação muito interessante. Joga com muitos conceitos e ferramentas, procurando articular um conjunto de matérias em rede. No entanto, ficam duas ou três questões: até que ponto será possível agregar com segurança e fiabilidade a informação? como implementar isto nas escolas com a ausência de suporte tecnológico? este tipo de suporte ou de enquadramento educativo pretende substituir o existente ou ajudar?

http://www.slideshare.net/delineas/herramientas-colaborativas-en-educacin-web-20

Carlos Sousa





Comentário “Herramientas colaborativas. Web 2.0 en educación”

2 11 2007

É uma apresentação muito interessante. Joga com muitos conceitos e ferramentas, procurando articular um conjunto  de matérias em rede. No entanto, ficam duas ou três questões: até que ponto será possível agregar com segurança e fiabilidade a informação? como implementar isto nas escolas com a ausência de suporte tecnológico? este tipo de suporte ou de enquadramento educativo pretende substituir o existente ou ajudar? 

http://www.slideshare.net/delineas/herramientas-colaborativas-en-educacin-web-20 





O que é a Filosofia para Crianças? – Breve nota

22 10 2007

Embora não tenha conhecimentos aprofundados sobre «Filosofia para Crianças», penso que a resposta à pergunta tem o mesmo grau de dificuldade que esta: «o que é a Filosofia?».

Contudo, penso que a reflexão sobre «o que é a Filosofia para Crianças?» poderá partir da seguinte afirmação de M. Lipamn: “Qualquer que seja o assunto, o objectivo da filosofia é o de cultivar a excelência no pensamento (…)” e a excelência ou virtude do pensamento é pensar, e pensar bem.

Neste sentido, entendo a «Filosofia para Crianças» como uma disciplina que tem três grandes objectivos, tendo como âmbito as Crianças:

1. Potenciar a capacidade de pensar, com rigor e clareza: pensar bem sobre um assunto, uma problemática ou sobre uma situação que se nos apresenta no quotidiano implica ter a capacidade fazer uso das mais elementares regras lógicas. Essas regras lógicas baseiam-se numa tradição cultural de pensamento (não exclusiva do pensar grego, porque existem outras “lógicas” e essas devem, igualmente, ser potenciadas) e serão o horizonte, a perspectiva a partir do qual a pessoa compreenderá e estruturará o Mundo.

2. Fomentar e fortalecer a criatividade: pensar é mais do que identificar e organizar as coisas sob um ponto de vista lógico – o pensar não é simplesmente o encadeamento lógico de preposições. Pensar é exercitar a criatividade da razão, ou seja, é verificar onde e como a razão pode «dar mais de si», pode realizar efectivamente aquilo que é do ponto de vista potencial; por outras palavras, o pensar é a capacidade de espantar-se com as coisas.

3. Efectivar a esperança da acção: pensar e agir são dois pilares estruturais da pessoa humana. À necessidade do pensar congrega-se, efectivamente, a necessidade do agir. A conformidade entre o pensar e o agir implica a assunção da responsabilidade e a criação de estratégias onde essa responsabilidade possa enraizar-se e enraizar-se no exercício livre da cidadania. E a esperança que se tem na acção é que ela seja a expressão fiel do pensar, do pensar rigoroso, claro e criativo.

Compreendo, por isso, que a «Filosofia para Crianças» possa, então, designar a disciplina que potencia a capacidade de pensar, com rigor e clareza, ao fomentar e ao fortalecer a criatividade que efectiva a esperança da/na acção.





A Ponte de Heraclito

21 10 2007

ponte-de-heraclito.jpg

A pintura de Rene Magritte de 1935 continuar a desafiar-nos a questionar: o que é que há?